“O cara mais idiota do mundo tem cheiro de perfume de mulher e álcool.
Três horas. Três batidas na porta. Três toques na campanhia. Minha paciência com certeza já tinha passado do nível três. Eu abri a porta bufando e ele quase caiu no meu colo. “Ei, você está bêbado?” Ele deu uma risada e se apoiou na porta. Não era possível, eu me recusava a acreditar. “Um pouco…” Mal se aguentava em pé, não tinha forças nem pra respirar. “Eu não vou te convidar pra entrar, você pode por favor ir atrás das suas namoradinhas?” “Por favor, Robin. Elas eu procuro quando eu bebo, só você cuida de mim depois.” Era um saco quando ele bebia e era um saco quando ele não bebia. Ele só me procurava quando tava bêbado, porque quando tava sóbrio ainda tinha um orgulho que não deixava ele se aproximar. E eu, como sempre, suspirava derrotada e deixava ele entrar. “Olha, se você fizer barulho…” “Vou me comportar, vou ficar quietinho.” Ele colocou o dedo na boca num gesto de “shh”. “Eu vou poder dormir com você?” Aquilo soou tão inocente que por uma fração de segundos eu desejei que ele ficasse bêbado pra sempre. Mas logo depois dessa fração, lembrei que aquele era o Stubb. E que até quando não queria, era cara de pau e nojento. “Não, você vai dormir no tapete. Que nem o meu cachorro.” Agora quem tinha soltado o suspiro derrotado foi ele. “Não vou abusar de você.” “Ainda não deixo.” “Você sabe que eu não vou abusar de você, mas sabe que não pode se controlar perto de mim.” Ele deu aquela risada de gente bêbada e caiu no chão. No fundo, ele até que tinha razão. Mesmo com cheiro de álcool misturado com o perfume de mulher nojenta, eu ainda queria ele. Mesmo só me procurando quando tá bêbado, mesmo sendo tão incrivelmente idiota. “Ainda estou acordado esperando você me convidar pra ir dormir com você.” Fiquei calada por cinco minutos. Depois dei aquele suspiro de derrota. “Você vai dormir na ponta e eu espero que você caia.”
Três horas. Três batidas na porta. Três toques na campanhia. Minha paciência com certeza já tinha passado do nível três. Eu abri a porta bufando e ele quase caiu no meu colo. “Ei, você está bêbado?” Ele deu uma risada e se apoiou na porta. Não era possível, eu me recusava a acreditar. “Um pouco…” Mal se aguentava em pé, não tinha forças nem pra respirar. “Eu não vou te convidar pra entrar, você pode por favor ir atrás das suas namoradinhas?” “Por favor, Robin. Elas eu procuro quando eu bebo, só você cuida de mim depois.” Era um saco quando ele bebia e era um saco quando ele não bebia. Ele só me procurava quando tava bêbado, porque quando tava sóbrio ainda tinha um orgulho que não deixava ele se aproximar. E eu, como sempre, suspirava derrotada e deixava ele entrar. “Olha, se você fizer barulho…” “Vou me comportar, vou ficar quietinho.” Ele colocou o dedo na boca num gesto de “shh”. “Eu vou poder dormir com você?” Aquilo soou tão inocente que por uma fração de segundos eu desejei que ele ficasse bêbado pra sempre. Mas logo depois dessa fração, lembrei que aquele era o Stubb. E que até quando não queria, era cara de pau e nojento. “Não, você vai dormir no tapete. Que nem o meu cachorro.” Agora quem tinha soltado o suspiro derrotado foi ele. “Não vou abusar de você.” “Ainda não deixo.” “Você sabe que eu não vou abusar de você, mas sabe que não pode se controlar perto de mim.” Ele deu aquela risada de gente bêbada e caiu no chão. No fundo, ele até que tinha razão. Mesmo com cheiro de álcool misturado com o perfume de mulher nojenta, eu ainda queria ele. Mesmo só me procurando quando tá bêbado, mesmo sendo tão incrivelmente idiota. “Ainda estou acordado esperando você me convidar pra ir dormir com você.” Fiquei calada por cinco minutos. Depois dei aquele suspiro de derrota. “Você vai dormir na ponta e eu espero que você caia.”
| — | robin and stubb. |
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