“Eu sou a minha melhor crítica, e
também a mais severa. Sei o que é bom e o que não é. Uma pessoa que não
escreva, não sabe o quanto é maravilhoso; eu costumava lamentar me por
não saber desenhar, mas agora estou cheia de alegria por, ao menos saber
escrever. E, se não tiver talento para escrever livros ou artigos de
jornal, posso escrever só para mim. Mas quero mais que isso. Não me
imagino ser igual aquelas mulheres que trabalham, e são esquecidas.
Preciso de ter mais alguma coisa a que me dedicar. Não quero ter vivido
em vão como as outras pessoas. Quero ser útil para as pessoas, mesmo
aquelas que não conheci. Quero continuar a viver depois da morte! E é
por isso que estou tão grata a Deus por me ter dado este dom que posso
usar para me exprimir tudo o que esta dentro de mim.”

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